sexta-feira, 15 de junho de 2012

Notícias da Educação em Viçosa

Prefeitura entrega ordem de serviço para construção de Espaço Educativo em Nova Viçosa

O prefeito de Viçosa Celito Sari entregou, nessa terça-feira (05), à Construtora Viçosense Ltda a ordem de serviço para a construção do Espaço Educativo Infantil – Creche ProInfância, no bairro Nova Viçosa, conforme processo nº 995/2012. O valor total da obra é de R$ 1.279.541,63, recurso que vem do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Segundo a secretária municipal de Educação, Ana Lúcia de Oliveira, esta é uma parceria da Prefeitura com o MEC, através do ProInfância, para a ampliação do atendimento ao ensino infantil no município. “Esta é a primeira creche do Programa que Viçosa recebe”, destaca. A creche será construída em um terreno de 2.500 metros quadrados, seguindo os padrões do MEC, com estrutura adequada e capacidade para atender até 240 crianças de 0 a 5 anos de idade.





















Fonte: Assessoria de Imprensa - PMV - Segunda, 11 de Junho de 2012 16:43 

Prefeitura abre inscrições para Curso Técnico em Informática


As inscrições para a prova de seleção do Curso Técnico em Informática da Escola Municipal Prefeito Antônio Chequer serão abertas na próxima segunda-feira (18). Até o dia 25 de junho, os interessados podem se inscrever das 8h às 11h e das 14h às 19h, na sede da escola, na Rua Gomes Barbosa, 803 (antigo Colégio de Viçosa), ao lado da Secretaria Municipal de Educação.

Para se inscrever, o candidato deve apresentar os seguintes documentos: carteira de identidade, CPF, histórico escolar do ensino médio completo ou declaração de frequência do 3º ano do ensino médio (todos os documentos com original e cópia).

O curso é gratuito e tem duração de 18 meses, com aulas de segunda a sexta-feira e turmas pela manhã, tarde e noite.

Outras informações pelo telefone (31) 3892-4987 – E. M. Prefeito Antônio Chequer.

Fonte: Assessoria de Imprensa - PMV - Quinta, 14 de Junho de 2012 15:26

Escola Estadual Raul de Leoni será reformada

A Escola Estadual Raul de Leoni será reformada em breve. Pelo menos estas são as informações repassadas pelo Vereador Marcos Arlindo (PV) na última reunião da Câmara Municipal de Viçosa.

Ele disse que a informação foi colhida na SRE de Ponte Nova e que se trata de um desejo antigo de toda comunidade escolar e dos moradores do bairro Santo Antônio.

De acordo com o Vereador, serão investidos cerca de 530.000 reais na obra para as melhorias na escola que consistirão na troca dos pisos, reconstrução dos banheiros, modificação de toda a parte elétrica e pintura geral do prédio.

Durante as obras parte dos alunos deverão ter aulas na Igreja Católica do bairro e, de acordo com a Vice-Diretora Vânia Sabino Duarte, a melhora é esperada há muito tempo. Às crianças reclamavam das condições que se encontravam os banheiros, principalmente. Para ele as reformas serão muito apreciadas . Tenho certeza de que todos serão estimulados a estudar mais agora com essas melhorias", afirmou.

Fonte: Jornal Tribuna Livre - Quarta-feira 13 de Junho de 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012

Após 17 meses de tramitação, PNE começa a ser votado nesta terça (12)

Mobilização hoje nas redes sociais para pressionar pela revisão da meta de investimento com as hashtags #VOTA10 e #PNEpraVALER

Depois de 17 meses de tramitação, começa a ser votado hoje (12) o projeto de lei que cria o novo Plano Nacional de Educação (PNE). O ponto mais polêmico da proposta, que vai determinar 20 metas educacionais que o Brasil deverá atingir em dez anos, continua sendo o investimento na área. Ainda não há acordo entre os parlamentares para aprovar a meta definida pelo relator, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR). Incialmente, a votação estava marcada para a última semana de maio, mas foi adiada.

A última versão do relatório apresentado por Vanhoni estabelece um patamar de investimento público em educação de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) – hoje aplica-se cerca de 5% do PIB na área. Esse é o limite negociado com o governo. Entretanto, parte dos parlamentares da comissão especial que analisa o PNE e entidades da sociedade civil 
pressionam para que esse índice seja revisto para 10%.

Organizações da área marcaram para hoje uma mobilização nas redes sociais para pressionar pela revisão da meta de investimento. Os usuários do Twitter vão usar as hashtags #VOTA10 e #PNEpraVALER com o objetivo pressionar os parlamentares da comissão a aumentar o índice.

Além de uma meta de investimento, o PNE estabelece outros objetivos que o país deverá atingir em dez anos – entre elas o aumento do atendimento em creche, a melhoria da qualidade da educação e o crescimento do percentual da população com ensino superior. O PNE anterior, que vigorou até 2010, tinha como meta o investimento de 7% do PIB em educação, mas o item foi vetado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Depois de aprovada pela comissão, a proposta segue para o Senado.

Escrito por: Agência Brasil

O ESTADO DE MINAS GERAIS NÃO TEM SIDO EFICIENTE NA GESTÃO DE PESSOAL E OS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO SOFREM COM O DESRESPEITO A SEUS DIREITOS

Embora a nova peça publicitária de defesa do Governo de Minas, que conta com a participação do governador Antonio Anastasia e do senador Aécio Neves, dê à população a ideia de que o estado de Minas Gerais é eficiente, a realidade vivida por mais de 400 mil trabalhadores em educação demonstra o contrário. Atualmente são quase 100 mil direitos acumulados que não foram pagos. Após um ano do início da última greve da educação, os profissionais ainda enfrentam dificuldades para receber pela reposição trabalhada e servidores esperam até nove anos para aposentar.

Em 2012 foram realizadas quatro reuniões entre o Sind-UTE/MG e o Governo do Estado (26/04, 17/05, 31/05 e 04/06). Além da pauta de reivindicações, o Sindicato apresentou demandas pendentes de 2011, problemas ocasionados pela Lei Estadual 19.837/11 e questionamentos das ações pedagógicas da Secretaria de Educação.

Acompanhe a seguir o desenvolvimento das demandas apresentadas pelo sindicato a cada reunião.

1. Processo de negociação

Em 26/04
A primeira questão que o Sindicato cobrou foi o estabelecimento de um processo de negociação. Foi feito um histórico desde o Termo de Acordo assinado em 29/09/11, todas as demandas apresentadas pela entidade ao Governo e a ausência de respostas ou de negociação. Cobramos um processo de negociação em que as questões apresentadas tenham uma solução, uma negociação.

2. Pagamento do período reposto da greve

Em 26/04
O Sindicato cobrou o correto pagamento do período de greve que foi reposto pela categoria, assim como o direito de reposição aos servidores das Superintendências Regionais de Ensino. A entidade já apresentou à Secretaria de Educação relação de escolas com problemas de pagamento e não teve resposta. O Estado se comprometeu a dar retorno até a próxima reunião.

Em 17/05
De acordo com a Secretaria de Educação já foi dada orientação às Superintendências para resolverem os problemas apresentados pelo Sindicato. Mas não deu retorno com relação aos problemas de pagamentos, ocorridos em várias escolas.

Em 31/05
A Secretaria de Educação, através de ofício, admitiu que, em várias escolas, os profissionais não receberam corretamente pela reposição da greve de 2011 e que fará as correções. Neste caso, é fundamental o acompanhamento de cada um e das subsedes para verificarem se, no próximo pagamento, estas correções foram feitas.

3. Férias-prêmio

Em 26/04
O Sindicato resgatou toda a negociação feita com a Secretaria de Estado da Educação em 2011 a respeito de férias-prêmio: o compromisso de rever o limite de 20% e garantir que os servidores que estão próximos da aposentadoria não fiquem prejudicados. Mas, ao contrário do que foi negociado, o governo suspendeu a concessão de novas férias-prêmio e os servidores próximos à aposentadoria não estão conseguindo exercer este direito. De acordo com o governo, houve a suspensão porque o governo precisava “estabilizar” a folha para fazer os estudos sobre a jornada do professor. Ainda assim permanece o problema porque, em janeiro, a Secretaria havia afirmado ao Sindicato que esta suspensão seria apenas por alguns dias, mas já são três meses de suspensão. Questionamos a previsão de retorno, o governo não tinha, mas se comprometeu em apresentá-la na próxima reunião. Quanto aos servidores próximos da aposentadoria, o “fluxo” que começa com o pedido na escola até a análise da Secretaria será revisto de modo a agilizar o procedimento.

Em 17/05
O Governo não apresentou resposta. O Sindicato novamente criticou a ausência de respostas para uma questão tão importante para a categoria e cobrou resposta. O governo assumiu o compromisso de apresentar uma proposta no dia 31/05.

Em 31/05
Novamente, o governo não apresentou nenhuma resposta, afirmando que apresentará proposta no dia 13 de junho. O Sindicato não reivindicou nada novo, apenas que o governo cumprisse com o compromisso que assumiu em outubro de 2011, ou seja, que aumentasse o percentual que hoje é de 20%. Até o momento, o governo não cumpriu o acordado e suspendeu o direito em 2012.

4. Reposicionamento por tempo de serviço e escolaridade

Em 26/04
O Sindicato questionou os inúmeros problemas ocasionados pelo posicionamento na tabela do subsídio, que não reflete a vida funcional do servidor. Há problemas relacionados ao tempo de serviço e à escolaridade. 
A primeira situação apresentada pelo Sindicato foi a dos aposentados. Embora já tenham dedicado uma vida ao serviço público, muitos foram posicionados com tempo inferior ao real, o que não se justifica porque já estão aposentados.
A outra situação questionada pelo Sindicato foi a situação dos servidores que têm direito à progressão e à promoção e que não foram publicadas. De acordo com o governo, no início de maio serão publicadas várias promoções e progressões. O Sindicato questionou o pagamento retroativo, mas o governo não soube dizer quando seria feito.

Ainda de acordo com o governo, tudo o que estiver atualizado no Sisap até 30/06 será publicado através de Resolução. Nova resolução será publicada no final de outubro. Novamente, ficou sem resposta quando será pago o retroativo.
A Seplag propôs que fosse feita uma reunião específica para tratar desta questão.

O Sindicato também questionou qual a orientação para as situações em que o servidor detectou que houve erro no seu posicionamento. O governo dará retorno na próxima reunião.

Em 17/05
De acordo com a Seplag, no 5º dia útil de julho, os servidores receberão o salário já no novo posicionamento. Isso é válido para o que a Secretaria conseguir alterar no Sisap e o tempo de serviço será o que também estiver no sistema.

O sindicato questionou porque a vida funcional do servidor já não estava atualizada no sistema ocasionando tantos problemas e muitas outras questões também ficaram sem resposta. A reunião que será realizada no dia 31/05 discutirá isso.

Em 04/06
A direção do sindicato tinha a expectativa de que o governo apresentasse informações novas, respondendo aos inúmeros questionamentos já apresentados. No entanto, tivemos acesso a apresentação que também está disponível no site da Secretaria de Educação e os questionamentos do Sind-UTE continuaram sem respostas. A apresentação do governo possibilitou que o sindicato confirmasse várias questões que trazem prejuízo à categoria.

Acompanhe:
- todas as progressões e promoções adquiridas no período de 2012 a 2015 não serão publicadas até 2016;

- o governo afirma a garantia de continuidade de progressões para quem chegar ao final da tabela, mas não apresentou como seria isso. De qualquer maneira não será antes de 2016;

- o percentual de 5% garantido como o mínimo de aumento para o servidor ao ser posicionado na tabela do subsídio tem como referência a remuneração de dezembro de 2010;

- o cálculo da média de aulas facultativas e dobra de turno serão feitos com base na tabela transitória de dezembro de 2011, independente da data da aposentadoria.
De acordo com as Secretarias haverá publicação de uma Resolução em julho, corrigindo o reposicionamento feito em janeiro de 2012, mas não souberam precisar o que estará resolvido, levando em consideração que há problemas de promoções e progressões adquiridas e não publicadas ou publicadas e não taxadas no contracheque e problemas com o não reconhecimento de todo o tempo do servidor. Ainda de acordo com as Secretarias, o pagamento retroativo também ocorrerá em julho.

A situação dos aposentados continua sem perspectiva. O governo não soube precisar o que será corrigido com a publicação da Resolução e é possível que a situação somente será resolvida quando o servidor aposentado procurar a Superintendência. O quadro das Superintendências Regionais de Ensino é outra situação que a Secretaria de Educação insiste em ignorar. Não há planejamento para aumentar o quadro de servidores para que seja feito o trabalho de atualização da vida funcional do mesmo ou ainda para um atendimento aos aposentados. O Sindicato questionou a situação de um quadro insuficiente na escola e também nas SREs.

5. Quadro de escola

Em 26/04
O Sindicato questionou novamente a Resolução 2.018/12, cuja publicação ocorreu sem nenhum diálogo com a categoria. Discutiu a redução dos laboratórios de ciências, o limite de pessoal para os Cesecs, o conflito entre efetivo e efetivado, a redução no quadro de Assistentes Técnicos, Especialistas e Auxiliares de Serviços da Educação Básica em função da política de redução de turmas. A Secretaria de Educação não respondeu nenhum ponto e estes itens será pauta da próxima reunião.

Em 17/05
Além dos problemas já apresentados pelo Sindicato na reunião realizada no dia 26/04, questionamos a Instrução Normativa 01, que estabeleceu normas para o Cesecs. A Instrução trouxe enormes prejuízos a alunos e profissionais da escola. Solicitamos que fosse revista, o que foi aceito pela Secretaria. O Sindicato informou que orientará a categoria a manter o quadro no Cesec, desconsiderando a Instrução até o retorno do governo.

Outra Resolução de quadro de escola precisa ser publicada, uma vez que a Resolução 2018 tem vigência até julho deste ano. De acordo com a Secretaria de Educação, a discussão sobre o quadro de escola para o segundo semestre será feita após a discussão da jornada do professor.

Em 31/05
A respeito da Instrução Normativa 01 sobre a organização do Cesec, conseguimos manter a Banca Permanente de Avaliação com três professores, mesmo no caso de licença médica. Garantimos também o retorno do professor à Banca após licença médica.

6. 1/3 da jornada

Em 26/04
O Sindicato novamente questionou o não cumprimento da Lei Federal 11.738/08, no que se refere à jornada para estudo e planejamento do professor. De acordo com a Secretaria, a previsão para apresentação dos estudos sobre esta questão é até julho.

Em 17/05
A previsão continua para julho de 2012.

Em 31/05
Esta questão será discutida em reunião no dia 21 de junho.

7. Concurso

Em 26/04
O Sindicato questionou qual será a agenda do concurso público, uma vez que as datas têm sido alteradas. A resposta ficou para a próxima reunião.

Em 17/05
O Governo apresentou o seguinte cronograma:

- Até 30/05/12: Publicação, no Diário Oficial, dos resultados da prova objetiva.

- Até 26/06/12: Publicação, no Diário Oficial, do julgamento de recursos contra a prova objetiva e da classificação dos candidatos (1ª etapa) pós-recurso.

- Até 25/09/12: Publicação, no Diário Oficial, da análise de títulos e da classificação dos candidatos.

- Até 26/10/12: Publicação, no Diário Oficial, do julgamento de recursos contra a análise de títulos e da classificação final dos candidatos no concurso (1ª etapa + 2ª etapa) pós-recurso.

- Até 30/10/12: Publicação, no Diário Oficial, do ato de homologação do concurso. A perspectiva de nomeação é para o ano de 2013.

Em 31/05
O Sind-UTE/MG reivindicou que o servidor efetivado por meio da Lei Complementar 100/07, que tenha passado no concurso publico, ao ser nomeado possa permanecer na mesma vaga que ocupa atualmente. O governo analisará a possibilidade.

8. Violência no ambiente escolar

Em 26/04
O Sindicato cobrou uma posição da Secretaria de Estado da Educação no que diz respeito aos inúmeros problemas de violência no ambiente escolar que têm acontecido em Minas Gerais. De acordo com a Secretaria, será feito um diagnóstico da situação, mas o assunto será pauta de nova reunião com o Sindicato.

Em 17/05
Este assunto será discutido em reunião específica, ainda não agendada.

9. Turmas multiseriadas

Em 26/04
O Sindicato questionou se a Secretaria continuaria com a política de turmas multisseriadas, mas a resposta foi que esta questão seria discutida junto com o quadro de escola.

Em 17/05
O Governo reviu a orientação de organização de turmas multisseriadas. Embora o novo ofício da Subsecretaria de Educação Básica afirme apenas que “é inadequada”, a organização de turmas multisseriadas em zona urbana não proibiu a sua organização.

O Sindicato fará um levantamento em todo o Estado e, onde existir turma multisseriada, a situação será apresentada e discutida com a Secretaria de Educação.

Em 31/05
O Sindicato apresentou o seu levantamento e a Secretaria de Educação também. Considerando apenas a zona urbana são mais de 1.000 turmas multisseriadas. O Sindicato questionou qual será o procedimento para que elas acabem e o governo não soube informar.

10. Aposentadoria

Em 26/04
O Sindicato questionou a demora na publicação das aposentadorias dos servidores da educação. Relatou que há servidora que esperou por nove anos a sua aposentadoria. A Seplag afirmou que há um projeto estruturador para modificar esta situação e será apresentado, caso o Sindicato tenha interesse em acompanhar.

O Sindicato também solicitou que a mudança no Estatuto do Magistério fosse retirado do Projeto de Lei 3.99/12 em tramitação na Assembleia Legislativa. Os representantes do Governo disseram que analisariam e dariam retorno.

Em 17/05
O governo mantém a posição de retirada do direito de afastamento da docência após 25 anos de sala de aula.

Em 31/05
Novamente o Sindicato questionou a demora no reconhecimento do direito à aposentadoria. De acordo com orientação da Seplag às Superintendências Regionais de Ensino, o servidor deve aguardar em exercício a publicação do afastamento preliminar. O problema é que a mesma Secretaria não tem previsão de limite para esta publicação, o que traz mais prejuízo ao servidor que já adquiriu o direito, mas não pode usufruí-lo.

Reposição Greve Nacional

O Sindicato questionou o Ofício Circular 81/2012, que determinou a reposição da carga horária dos dias de paralisação de 2012. A campanha salarial educacional de 2012 não acabou e sequer a pauta de reivindicações foi negociada. Por isso, não há que se exigir a reposição e a forma individualizada desconhecendo a entidade sindical que convocou a paralisação. Portanto, solicitamos a revogação deste ofício. O governo dará retorno.

Processo Administrativo Disciplinar
O Sindicato entregou à Seplag uma relação de servidores que respondem processo administrativo disciplinar, cuja instauração é fruto de um processo de perseguição à categoria. A alegação é de que os servidores não cumpriram o calendário de reposição ou boicotaram o Proeb. No entanto, as afirmações não correspondem à realidade, demonstrando a intenção de perseguição.

Aguardamos posicionamento do governo.

Cerca de 400 educadores(as) e aposentados(as) realizam ato público na Cidade Administrativa

Cerca de 400 aposentados, aposentadas, e trabalhadores/as em educação, coordenados pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), participaram, na manhã de hoje (5/6), de ato público na Cidade Administrativa Tancredo Neves, em Belo Horizonte.

Eles vieram em caravanas de diversas regiões do Estado e denunciam o Governo pela desvalorização da categoria na tabela do subsídio, implantado em janeiro de 2012. Para exemplificar, uma professora que tinha 25 anos de atividades, com o subsídio, teve apenas seis anos de trabalho reconhecidos.

Na Cidade Administrativa, os trabalhadores/as entregaram um documento nas secretarias de Educação e de Planejamento e Gestão, no qual eles exigem uma revisão de suas respectivas carreiras, principalmente no que diz respeito ao tempo de serviço.

ALMG - No período da tarde, os educadores/as seguiram para a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG). Eles ocuparam as galerias do plenário para chamar a atenção dos parlamentares quanto as reivindicações da categoria.

Ainda na ALMG, os trabalhadores/as exibiram o símbolo da campanha salarial de 2012, que é o prato vazio com os dizeres “A educação tem fome de Piso Salarial, Carreira e de Qualidade”. 

Em seguida, os profissionais da educação se reuniram no hall das bandeiras. Na ocasião, a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, avaliou positivamente as atividades. “Conseguimos dar visibilidade ao nosso movimento e levar o recado ao Governo do Estado de que os/as aposentados/as não vão aceitar passivamente essa situação”, disse. 

Ela acredita que a mobilização dos aposentados fará com que o Governo responda as demandas do segmento com maior celeridade. Nesse sentido, a direção estadual do Sind-UTE/MG anunciou que irá realizar no 2º semestre o Encontro Estadual dos Aposentados. 

Na ocasião, os representantes do segmento sugeriram alguns assuntos a serem discutidos no encontro, dentre eles estão a situação do Ipsemg, Estatuto do Idoso, atual cenário da educação no país, resgate da luta dos trabalhadores/as, entre outros.






















































Texto: Sind-UTE - MG 
Fotos: Taís Ferreira

quarta-feira, 6 de junho de 2012

8 de junho: 1 ano de uma histórica resistência


Há um ano, era deflagrada a maior greve dos/as trabalhadores/as em educação de Minas Gerais da história, em tempo e mobilização


8 de junho de 2011. Essa data ficou na memória de todos/as os/as trabalhadores/as em educação de Minas Gerais, pois, há exatamente um ano era deflagrada em todo o Estado a maior greve dos profissionais do ensino público em termos de tempo, número, disposição para luta e resistência.

Uma greve histórica, que durou exatamente 112 dias, vindo a encerrar-se no dia 28 de setembro do mesmo ano, após um acordo com o Governo do Estado (que não foi cumprido pelo mesmo).

Uma greve que mobilizou não só os educadores, mas de toda a classe trabalhadora que luta por um salário digno e valorização da carreira e da profissão frente ao implacável patrão, o Governo. E que reivindicava seu mais legítimo direito: o cumprimento da Lei Federal nº 11.738/2008, que institui o Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN).

E foi justamente pela negligência e descaso do Governo de Minas, que julga ser possível uma educação de qualidade ao pagar como piso ao educador R$ 369,00, não valorizar a carreira e deixar as escolas sem nenhum investimento, que a categoria resolveu se unir e dizer “basta”.

Foi no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) que, no dia 31 de maio de 2011, em Assembleia Estadual, trabalhadores/as em educação decidiram iniciar a greve por tempo indeterminado em todo o Estado a partir de 8 de junho.

Um movimento extremamente significativo do ponto de vista da unidade e do fortalecimento dos trabalhadores e trabalhadoras em educação. Conquistamos o apoio de vários segmentos de trabalhadores.

Conseguimos furar o ‘bloqueio’ da mídia, que foi forçada a mostrar a greve da educação, coordenada pelo Sind-UTE/MG, estando presente nos noticiários, apesar da força do Governo. Tivemos, mais do que nunca, êxito em nossas manifestações e mobilizações, como os atos na Cidade Administrativa, na Praça Sete (que parou a cidade, para que fôssemos ouvidos), nas rodovias estaduais e federais (MG-010, BR-381), e em cidades históricas como Mariana e Tiradentes.

Nossa persistência ultrapassou as montanhas, e fomos até Brasília por diversas vezes buscar a interlocução dos agentes políticos. E, eles também, ao estar em BH, receberam o Sind-UTE/MG.

Decidimos em assembleia pela suspensão da greve no dia 28 de setembro de 2011, mediante acordo do Governo que não cumpriu o assinado, ou seja, pagar o Piso como vencimento básico e na carreira. Pelo contrário, ele implantou um novo modelo de subsídio que congelou a carreira e achatou o salário da categoria. Ainda assim, nosso exemplo de unidade, mobilização e força permanece.

Queremos, junto com a população e com vocês alunos e alunas:
  • levantar nossa voz e, de forma pacífica, mas decidida;
  • cobrar do Governo, mais uma vez, e quantas forem necessárias, que nosso direito está posto por meio de lei federal que institui o  Piso Nacional

Estamos nos mobilizando de novo e na mesma intensidade para valer nossos direitos, na certeza de que, os apoios ao nosso movimento irão crescer paralelamente à indignação das pessoas ao serem informadas da dura realidade da educação mineira.

CONTINUAMOS RESISTINDO E LUTANDO POR UMA EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE, PELA CONQUISTA DO PISO SALARIAL E  PELA CARREIRA

Professores aposentados fazem protesto na Cidade Administrativa e na ALMG

Professores aposentados com 25 anos de função estão recebendo como se tivessem trabalhado apenas seis anos há seis meses, por erro do Governo de Minas. Foto: Renato Pereira


Cerca de 400 professores aposentados da rede estadual de ensino fizeram um protesto na manhã desta terça, 5/6, na Cidade Administrativa (sede do Governo Estadual mineiro), em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Á tarde, eles ocuparam as galerias da Assembleia Legislativa para tentar sensibilizar os deputados pela situação que vivenciam. O deputado Adelmo Leão(PT) foi um dos que prestou apoio aos professores aposentados, lembrando a frase de Darcy Ribeiro: “entre resignar e indignar, nunca resignar. Vamos manter a chama da luta acesa.”

Caravanas de diversos municípios, entre eles Uberaba, Uberlândia, Ituiutaba e Araguari, participaram da manifestação. De acordo com o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), há professores aposentados que vêm recebendo salários inferiores há seis meses por causa da nova forma de remuneração, o subsídio. Há profissionais com 30 anos de trabalho que foram posicionados como se tivessem apenas 15. A coordenadora do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira, denunciou situação pior: “temos profissionais aqui que dedicaram cerca de 25 anos de suas vidas ao estado e do plano de carreira constam apenas 6.”

Veja a mensagem do deputado Adelmo no plenário da ALMG dirigida aos professores aposentados:


Fonte: Assessoria do Deputado Adelmo Leão (PT)

terça-feira, 5 de junho de 2012

Central de Notícias



Senadores se mobilizam pelo Piso Nacional do Magistério 

Grupo da Comissão de Educação pediu à Procuradoria-Geral da República que envie representação ao STF para que lei seja cumprida por todos os estados e municípios 

Diante do número crescente de estados e municípios que não cumprem o piso salarial dos Professores, um grupo de trabalho da Comissão de Educação, formado por cinco senadores, resolveu se mobilizar para exigir o cumprimento da Lei 11.738/08, que fixa o valor mínimo para o pagamento dos profissionais do magistério em todo o país. Anteontem, em reunião com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, os senadores solicitaram que o Ministério Público encaminhe uma representação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que a lei seja cumprida. 

O último levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), concluído em março, mostra que 17 estados (das 27 unidades da Federação) descumprem a determinação legal de pagamento do piso, atualmente de R$ 1.451, aos que iniciam a carreira e aos professores que têm nível médio. 

A Paraíba editou uma medida provisória no final de março que fixa o valor mínimo dos Professores em R$ 1.088,26. A decisão foi alvo de severas críticas de Cícero Lucena (PSDB-PB) em pronunciamento no Plenário. Para o senador, essa medida (MP 193) reduz os salários da categoria e desrespeita as progressões do plano de carreira sancionado pelo ex-governador e hoje senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que também participa do grupo de trabalho da Comissão de Educação. "A Paraíba foi surpreendida por um ato ditatorial do governo, mais um golpe de morte na Educação pública", protestou Cícero, citando o fechamento de quase 200 Escolas estaduais e a tentativa de quebrar a autonomia financeira e sucatear a infraestrutura da Universidade Estadual da Paraíba. 

Também fazem parte do grupo da Comissão de Educação Cristovam Buarque (PDT-DF), Ana Amélia (PP-RS) e Pedro Taques (PDT-MT). 

Gratificações 

Alguns estados, segundo a secretária-geral da CNTE, Marta Vanelli, querem pagar o piso para os Professores que têm nível superior, como é o caso da Paraíba. Outros, como Santa Catarina, onde os Professores encerraram greve na última terça-feira, querem incluir as gratificações no valor mínimo pago ao magistério.Essas manobras, segundo Marta, configuram descumprimento da lei do piso, que teve origem em projeto de lei de Cristovam Buarque. 

A iniciativa do grupo de senadores de pedir a intervenção do Ministério Público, conforme requerimento de Cunha Lima aprovado pela Comissão de Educação, pode produzir resultados positivos, na avaliação de Cícero Lucena. Ao Jornal do Senado, ele disse que os senadores saíram da reunião com o entendimento de que o procurador-geral deverá concluir pela representação ao Supremo. "Não é garantia. É uma avaliação", ponderou. 

O procurador informou, ainda segundo o senador, que a possibilidade de entrar com uma reclamação no Supremo já vinha sendo estudada. Relatou ainda que o MP arquivou um pedido de representação feito pela Confederação Nacional de Municípios, que reivindica a flexibilização do piso. 

Nessa queda de braço entre governantes e Professores, o Supremo se posicionou pela constitucionalidade da lei em abril do ano passado, quando julgou a ação declaratória de inconstitucionalidade proposta pelos governos de Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.Para Cristovam, uma saída para estados e municípios que não conseguem pagar o piso seria a intervenção do governo federal, que assumiria a gestão financeira da rede Escolar. 

Escrito por: Jornal do Senado - 17/05/2012 

Royalties: Zarattini promete recursos para educação e ciência e tecnologia 


O relator do projeto de lei (PL 2565/11), que institui regras para a distribuição dos royalties do petróleo, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), garantiu que vai destinar, no texto já aprovado no Senado, 50% dos recursos destinados aos estados e municípios, para a área da Educação, e outros 50% para Infraestrutura e Ciência e Tecnologia. O anúncio foi feito ontem, na Câmara, durante ato organizado pela Comissão de Educação, com apoio de mais de 100 entidades acadêmicas e estudantis que defendem mais verbas para esses setores. 

“Tenho total identidade com essa bandeira porque ela é identificada com um Brasil mais avançado e desenvolvido no futuro”, destacou o relator. Segundo Zarattini, apesar do desenvolvimento social e econômico experimentado pelo País nos últimos anos, “o Brasil precisa investir mais em educação, ciência e tecnologia e inovação, para produzir produtos de maior valor agregado”. 

O presidente da Comissão de Educação e Cultura, e coordenador do ato, deputado Newton Lima (PT-SP), destacou a importância de se destinar mais recursos para a educação. “Como a educação é responsabilidade dos estados e municípios, precisamos garantir recursos a esses entes para que o País possa cumprir as metas que constam do novo Plano Nacional de Educação para os próximos dez anos”, explicou. 

Entre as principais metas do novo PNE (PL 8035/10), destacadas pelo parlamentar, está a previsão de mais recursos para aumentar o piso salarial dos professores, e o ingresso de mais alunos na educação integral. O relator do PNE é o deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR).

Exemplo - Um dos representantes de entidades que usaram a palavra, o presidente da Academia Brasileira de Ciências, Jacob Palis Jr, afirmou que o Brasil precisa seguir bons exemplos. “A Noruega se desenvolveu econômica e socialmente ao aplicar o lucro da extração do petróleo em educação, ciência e tecnologia”, alertou. 

Também participaram do ato representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), da União Nacional dos Estudantes (UNE), da Associação dos Dirigentes das Instituições de Ensino Superior (Andifes), e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Waldenor coordena debate sobre Lei de Responsabilidade Educacional 


O deputado Waldenor Pereira (PT-BA) assume hoje a presidência da comissão especial que discute o projeto de lei (PL 7420/06) que trata da Lei de Responsabilidade Educacional. Ele substitui o deputado Newton Lima (PT-SP), que preside a Comissão de Educação e Cultura da Câmara.

A intenção do colegiado, segundo Waldenor Pereira, é construir um projeto de lei com a colaboração da sociedade, do governo e de representantes da educação “que garanta a melhoria da qualidade da educação básica no País e, ao mesmo tempo, defina penalidades para os gestores públicos que descumprirem a Lei de Responsabilidade Educacional e a Constituição brasileira”. 

O deputado pondera ainda que a discussão do Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020), na Comissão de Educação e Cultura, é “fundamental para a construção da Lei de Responsabilidade Educacional, discutida no Congresso desde 2006”.

Critérios – O PL 7420/06 determina que a educação básica, em cada rede e sistema de ensino do País, obedeça a critérios obrigatórios de qualidade, entre os quais a jornada escolar universal em tempo integral, de pelo menos sete horas diárias no Ensino Fundamental e de cinco horas no Ensino Médio. 

Pelo projeto, a qualidade do ensino básico será periodicamente aferida por processo nacional de avaliação escolar, conduzido pela União, por intermédio do Ministério da Educação. Os gestores públicos serão responsabilizados pela obtenção dos padrões mínimos de qualidade. Segundo a proposta, o descumprimento dessas regras será considerado crime de responsabilidade, infração político-administrativa e ato de improbidade administrativa, dentre outras punições. 

O colegiado se reúne hoje, às 17h, no plenário 11.

Fonte: Agência Câmara

Beatriz Cerqueira é eleita para a presidência da CUT-MG

Unidade garante uma diretoria fortalecida para o enfrentamento contra o projeto neoliberal no Estado



Beatriz Cerqueira, coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), se tornou neste domingo (3) a primeira mulher eleita para a presidência da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT-MG). Encabeçando a chapa de consenso “Avançar na Luta”, ela assume a Central para a gestão 2012/2015. A Diretoria Executiva, a Direção Estadual e o Conselho Fiscal também foram eleitos no encerramento do 11º Congresso Estadual da CUT-MG, no SESC Venda Nova, no Bairro Comerciários, Belo Horizonte.

Para Beatriz Cerqueira, ser a primeira mulher presidir a CUT-MG reforça a luta pela igualdade de gênero. “Num universo machista, como o da Central, é importante que uma mulher assuma e reforce o debate sobre cotas de gênero. É um desafio garantir a paridade na CUT-MG e em toda a nossa base.” Ela acredita que não será problema conciliar a coordenação-geral do Sind-UTE/MG com a CUT. “A agenda do Sind-UTE engloba todo Estado, assim como a da Central.”

Para a presidenta da CUT-MG, na construção da chapa foi fundamental a busca pela unidade. “O retorno dos bancários à direção explicita o esforço de todos pela unidade. Isso vai potencializar e fortalecer nossa atuação em todo o Estado. Os bancários agregam muito valor à nossa gestão.”

Beatriz Cerqueira avisou: “A nova diretoria da CUT-MG já inicia o mandato cumprindo duas agendas: o apoio ao movimento dos metroviários e à greve dos trabalhadores e trabalhadoras da saúde, que começará no dia 14 de junho”.

A presidenta da CUT-MG prometeu uma Central combativa e fortalecida no enfrentamento com o governo neoliberal do Estado. “A nossa expectativa é de, nos próximos três anos, ampliar a atuação da CUT no Estado, fortalecer e organizar a classe trabalhadora, ser aglutinadora das lutas e fazer o enfrentamento com esse projeto que está no governo e que não interessa aos trabalhadores e trabalhadoras .”




Ao ser construída, segundo Beatriz Cerqueira, a chapa “Avançar na Luta” incomodou o PSDB Sindical e incomodou outras pessoas. “E o governador Anastásia e o senador Aécio Neves têm mesmo com o que se preocupar. Eles não terão mais sossego. A Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais está, a partir de hoje, em rota de colisão com o governo do Estado. O governo não vai ter sossego. Somos mais um instrumento para a discussão de um projeto de Estado para Minas Gerais.”

Beatriz Cerqueira garantiu que todas as secretarias trabalharão muito e serão cobradas com mais freqüência. “Não faremos balanço de gestão de três em três anos. Vamos nos reunir com os sindicatos de seis em seis meses e não teremos qualquer receio de mudar o que for necessário.” A presidenta da CUT-MG também revelou que serão reestruturadas as CUT regionais do Triângulo Mineiro e do Vale do Mucuri.

Marco Antônio de Jesus, cujo mandato na presidência da CUT-MG terminou neste domingo (3), desejou uma boa gestão à nova diretoria. “Com Beatriz Cerqueira da presidência a CUT-MG tende a avançar. Embora a CUT-MG esteja integrada às ações da CUT Nacional, mas tem que fazer as lutas no Estado. Com Beatriz Cerqueira, a Central preenche uma lacuna dos servidores públicos. Ela é capaz de ser aglutinadora das lutas dos servidores públicos em todos os níveis, sem esquecer que a CUT sempre foi de todos os trabalhadores. A expectativa é de que ela faça um mandato com grandes avanços, com maior unidade interna, que garanta mais filiações de sindicatos, a criação da Federação dos Servidores Públicos Municipais, que fortaleça as lutas da agricultura familiar, com os registros dos Sintrafs e da Fetraf”, disse Marco Antônio de Jesus.

Militância

Beatriz da Silva Cerqueira, 34 anos, nasceu em 3 de março de 1978, em Belo Horizonte. É coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), gestão 2009/2012. Foi empossada em dezembro. É professora formada no Instituto de Educação de Minas Gerais e atua na Rede Municipal de Betim desde 1996. Antes, trabalhou nas redes municipais de Contagem e Belo Horizonte, tem larga experiência com alunos de 1ª à 4ª séries e também com jovens e adultos em programas de alfabetização.

É formada em Direito e sua militância política começou em grupos de jovens, dentre eles, a Pastoral da Juventude. Depois teve experiência no movimento estudantil e, em seguida, enveredou-se no movimento sindical.

Ao formar em Magistério, se filiou ao Sind-UTE/MG: ou seja, o tempo que tem de filiação é o mesmo de formada e de militância. A militância de base começou em Betim, onde existe uma estruturada organização do Sind-UTE/MG, com atuação firme e constante nas redes estadual e municipal.

Foi diretora do Sind-UTE/MG por três mandatos e também coordenadora da Subsede de Betim. Em Betim e região, quando começou eram 900 filiados, em 2009 - 3.800. A atuação do Sindicato se dava em três cidades e atualmente esse atendimento foi ampliado para seis municípios.

Escrito por: Rogério Hilário/CUT-MG